'É uma pessoa que tem um ego muito grande, uma vaidade muito grande. Ela é capaz de tudo para ir em busca dessa beleza', diz atriz sobre sua personagem da novela das 21h.

A Marilda de “O Sétimo Guardião” não é “boazinha”. “Mas também não é má”, defende Letícia Spiller, que interpreta a vaidosa personagem que se encanta pela fonte da novela.

A trama acompanha um grupo de sete pessoas, os guardiões, reponsáveis pela proteção de uma fonte de água com propriedades especiais e mágicas.

“É uma pessoa que tem um ego muito grande, uma vaidade muito grande. Ela é capaz de tudo para ir em busca dessa beleza”.

A fonte é alvo da cobiça da empresária do ramo de cosméticos Valentina (Lilia Cabral), que pretende utilizar suas águas na criação de produtos estéticos. “Ela é mais velha que a personagem da Lilia, mas se mantém jovem por causa da água da fonte”.

Letícia Spiller em 'O Sétimo Guardião' — Foto: Globo/Estevam AvellarLetícia Spiller em ‘O Sétimo Guardião’ — Foto: Globo/Estevam Avellar

Na vida real, Letícia também se preocupa com a beleza. Mas, claro, não tanto assim… “Também tenho meu momento de enfiar o pé na jaca. Ninguém é de ferro. Eu sou a louca do doce. Eu preciso de um açúcar para ficar feliz, a mesma coisa com o café”.

E tem alguma mulher que se inspira e que “parou no tempo”, assim como a sua personagem? “A Nicette Bruno”, responde sem pensar muito. “Ela é fantástica, eu quero ficar assim como ela”.

“Eu tomo muita água, procuro fazer exercício, yoga, são coisas que me ajudam muito. Tem a alimentação também. Num geral eu não sou radical, eu como de tudo.”

Letícia havia feito um acordo com a Globo para ficar um ano sem novelas, após emendar sete trabalhos. “Acabei voltando antes… Sempre que o Aguinaldo me chama é uma festa pra mim”, explica a atriz, citando o autor de “O Sétimo Guardião”.

Dois filmes

Além da TV, ela também se dedica ao cinema. “Eu sou brasileiro”) ainda não tem previsão de estreia. O longa tem Daniel Rocha interpretando um homem que sofre um acidente e entra em coma.

“O filme mostra como ele vai lidar com essa frustração. Fala de opressão, do capitalismo, é a história de um brasileiro que eu acredito que muitos irão se identificar”.